Baha'i News -- Qual a perspectiva bahá'í sobre o Processo de Paz?
Ó FILHO DO ESPÍRITO! Amei tua criação; por isso te criei. Ama-Me, pois, para que Eu possa mencionar teu nome e te inundar a alma com o espírito da vida.
 
 

Qual a perspectiva bahá'í sobre o Processo de Paz?

“A Grande Paz - para a qual as pessoas de boa vontade orientaram os seus corações através dos séculos, acerca da qual inúmeras gerações de profetas e poetas expressaram as suas visões, e cuja promessa foi continuamente reafirmada ao longo das eras nas escrituras sagradas da humanidade - encontra-se agora, finalmente, ao alcance das nações. Pela primeira vez na História, é agora possível ver o planeta em sua totalidade, com os seus mil e um povos diversificados, a partir da mesma perspectiva. A paz mundial não é somente possível, mas inevitável. É o próximo estágio na evolução deste planeta - ou, conforme disse um grande pensador, ''a planetização da humanidade''.

Se essa paz será alcançada somente depois de horrores inimagináveis, precipitados pelo apego obstinado da humanidade a velhos padrões de comportamento, ou se será concretizada agora através de um ato de vontade coletiva - eis a escolha que se oferece a todos os que habitam a Terra. Nesta conjuntura crítica, em que os problemas de difícil tratamento que confrontam as nações foram fundidos numa preocupação comum pelo bem-estar do mundo todo, a nossa inércia face à maré de conflitos e de desordem seria por demais irresponsável. ...”

(Excertos da declaração bahá'í “A Promessa da Paz Mundial”, emitida pela Casa Universal de Justiça e dirigida aos povos do mundo, 1985) Fonte: http://www.bahai.org.br/virtual/Artppm.htm


Assessoria Bahá’í de Comunicação envia release para a imprensa sobre o 11 de setembro

O primeiro ano depois do 11 de Setembro


Há um ano, na manhã de 11 de setembro de 2001, dois aviões se chocavam contra as torres do World Trade Center, em Manhattan, Nova Iorque. O saldo imediato: 2.819 vítimas, incluindo-se aí 369 bombeiros. O saldo a médio prazo: cerca de 68 crianças nasceriam órfãs pois seus pais foram soterrados nas ruínas desses portentosos edifícios e uma clima de insegurança coletiva parece dominar as sociedades contemporâneas.

Nos últimos doze meses o mundo esteve com a respiração por um fio. Ataques dos Estados Unidos foram concentrados no Afeganistão visando eliminar a rede terrorista Al-Qaeda e seu principal líder, Osama Bin Laden. Após muita destruição o que foi eliminado em massa foram milhares de vidas de civis e praticamente toda a infraestrutura do país. Ao mesmo tempo cresceu a tensão no Oriente Médio com uma escalada de ataques suicidas ceifando vidas tanto de palestinos quanto de israelenses. A economia mundial voltou a tremer em decorrência dos ataques de 11 de setembro, com a falência de grandes empresas e a fragilidade da nova economia globalizada e, além desse quadro pouco alentador, uma nova guerra parece se avizinhar justapondo os Estados Unidos e o Iraque.

Não será chegado o momento de os líderes do mundo se sentarem à mesa para uma conversa franca e amistosa sobre temas de interesse mundial como segurança, preservação da paz, cidadania mundial?

Há que se plantar as bases para um novo ordenamento mundial. Um novo sistema de relações internacionais que vise preservar o bem-estar dos povos do mundo. Um bem-estar que inclua, dentre outras medidas práticas, a assinatura do Tratado de Não-proliferação de Armas Nucleares, a adesão incondicional ao Tratado de Kyoto, a sustentação financeira da Organização das Nações Unidas, a cooperação dos países afluentes para com os países nos quais a maioria de suas populações vivem na linha da miséria e da fome. Uma nova ordem onde passe a vigir com força de lei internacional os tratados e acordos que tratam da erradicação do racismo e da discriminação seja ela racial, social, religiosa, cultural ou de gênero.

É um momento onde a reflexão sobre o tema maior que é o bem-estar da humanidade não pode mais ser adiado. A Comunidade Bahá’í sente que a ONU tem um papel importante nessa configuração de forças e acredita que um bom começo seria esse organismo internacional envolver a religião substancialmente nas deliberações sobre o futuro da humanidade, atuando como anfitriã de uma reunião inicial de líderes religiosos, convocada, talvez, pelo Secretário-Geral. E uma primeira prioridade, os líderes poderiam aprovar uma convenção sobre a liberdade da religião e das convicções pessoais a ser redigida e ratificada, o mais rápido possível, pelos governos do mundo com a ajuda das comunidades religiosas. Tal ação de parte dos líderes religiosos do mundo, que sinalizaria sua vontade em aceitar a liberdade de consciência para todas as pessoas, reduziria significativamente as tensões existentes no mundo.

Ainda há tempo para se optar pela paz mundial. E tempo para se descobrir que hoje, mais do que nunca, temos um futuro comum a partilhar.

(*) Washington Araújo é autor de “Nova Ordem Mundial, Novos Paradigmas” e “Cuba cantando em lágrima viva”.


Em Belo Horizonte, a responsabilidade dos pais na educação das crianças é tema de reunião

A Assembléia de Belo Horizonte promoveu no último 1o. de setembro uma reunião com toda a comunidade, com o objetivo de conscientizar sobre a importância e responsabilidade dos pais e da instituições na Educação Espiritual das Crianças, conforme orientações da Casa de Justiça e textos sagrados.

O encontro teve início com um Café Colonial, com uma média de 35 participantes.


''Política, o Ponto Vista Bahá’í'', palestra em Belo Horizonte

O objetivo foi conscientizar sobre a orientação e o pensamento bahá’í quanto a política. O palestrante convidado foi Sr. Cyrus Monadjemi que conduziu a reunião de forma amorosa e esclarecedora. A participação foi em média de 25 pessoas.


Em Belo Horizonte, a responsabilidade dos pais na educação das crianças é tema de reunião


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